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A informação que sai da sua empresa e chega ao mercado é fundamental para cativar investidores, parceiros e, principalmente, consumidores. E não se trata apenas de propaganda ou marketing, mas também a comunicação corporativa, interna ou externa.

Ao contratar uma assessoria de imprensa, a informação será lapidada, revisada, aprovada e terá o caminho correto para chegar a quem interessa, no momento apropriado. À disposição do setor, há diversas assessorias lideradas por profissionais experientes no mercado, entre eles o jornalista Altair Albuquerque, formado pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), diretor e fundador da Texto Comunicação Corporativa, há 28 anos entre as principais assessorias do agronegócio.

A Texto já trabalhou com clientes como Perdigão (antes de se tornar BRF), Marfrig e Frigol, mas também atua ou já atuou nas áreas de genética, nutrição, rastreabilidade, saúde animal, confinamento, produção de animais (sobretudo bovinos), entidades de classe, entre outros elos e cadeias produtivas.

A seguir, Altair Albuquerque dará inúmeros motivos para sua empresa valorizar cada vez mais um trabalho de qualidade no negócio da informação.

CarneTec: Como é feito o trabalho de comunicação corporativa?

Altair Albuquerque: Não há uma lista de recomendações do tipo: eu gostaria que você (empresa-cliente) divulgasse informações periódicas sobre uma linha de produtos, sobre os eventos que participa, um artigo do presidente… Isso seria a parte mais fácil, produzir conteúdo relacionado ao cliente. A parte mais desafiadora é: primeiro, eu preciso produzir um material que, quando chega à sua revista, você valorize. Segundo ponto: na hora em que houver um contato direto do jornalista com a fonte, com o meu cliente, ele precisará passar para você uma informação correta, sem distorções, e para isto ele terá de estar preparado. A ideia de ter uma entrevista é poder expandir a informação passada inicialmente. O jornalista é um perguntador por natureza. Surge uma demanda, ele vai colocando na conversa. Se o porta-voz não estiver preparado, muito além do que estava no press-release original, ele se perde e não dá a informação correta. O trabalho de comunicação acaba sendo negativo. Ele tem o contato com o veículo, mas este contato não é aproveitado da melhor maneira possível. Por isso, ter os clientes preparados para atender à imprensa é fundamental.

Nestes quase 30 anos de Texto, cite algumas grandes notícias de clientes.

São várias, vou me apegar mais àquelas voltadas à área de proteínas animais. Em 2009, a compra da Seara, então da Cargill, pela Marfrig, que por sua vez cresceu muito com este investimento, passando a entrar na área de aves e suínos. E depois, em 2013, a venda da Seara para a JBS. Foram dois momentos bastante importantes no setor.

Como é atender empresas de capital aberto?

As empresas de capital aberto merecem uma análise específica. Trabalhamos com a Marfrig, por exemplo, durante 11 anos. Com um cliente de capital aberto, precisamos seguir normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM): há obrigação de trimestralmente divulgar resultados, toda comunicação acionária deve ser passada ao mercado, se você faz uma aquisição, se você vende uma determinada participação, ela deverá ser comunicada ao mercado. Além disso, a própria legislação ou estatuto desse tipo de empresa a impede de abrir mais informações fora desse pacote obrigatório, porque tudo o que ela colocar poderá ser interpretado pela CVM como sendo uma informação que queira “pautar” o mercado. Por exemplo: “nós acreditamos que a avicultura irá crescer”. A empresa tem ações na bolsa de valores. E o mercado interpreta que se a empresa acredita em crescimento, ela vai crescer, então ao mercado será recomendável investir nos papéis dessa companhia. A empresa estará influenciando o mercado, às vezes dando uma opinião simples, mas ela não pode se posicionar. Para essas empresas, a comunicação é muito hermética, fechada. E nesse caso fica difícil tanto para a assessoria de imprensa, pois o veículo faz uma demanda que não pode ser atendida, quanto para o veículo de comunicação, que dificilmente vai conseguir extrair daquela empresa alguma informação além do que vem no press-release. Os porta-vozes dessas empresas estão tão preparados que dificilmente abrirão alguma informação a mais.

E para as empresas que não têm capital aberto, qual é a importância de contratar uma assessoria de imprensa?

Até o início deste ano trabalhamos, por exemplo, com a Frigol. Hoje, trata-se do quarto maior frigorífico bovino no país. Essa empresa cresceu, saiu do grupo intermediário. Quando começamos o trabalho na Frigol, no fim de 2014, a empresa estava em recuperação judicial. Trabalhamos com eles durante um ano nessa fase de recuperação, então toda divulgação positiva ajudava a empresa. Se você, por exemplo, é uma rede varejista e chega a Frigol querendo vender suas carnes, você pode pensar: esta empresa não terá regularidade no fornecimento, vai faltar produto, enfim, haverá um problema comercial. Então, quanto mais exposição positiva, melhor. O mercado enxergará outras informações sobre a empresa além do fato de estar sob recuperação judicial.

Em outra frente, na área de proteínas animais, há dezenas de empresas disputando o mesmo espaço nos veículos de comunicação. E a assessoria de imprensa brigará por esse espaço. Se a empresa não tiver uma assessoria, ela vai perder espaço. E outra empresa, às vezes com menor capacidade de produção, ganhará o espaço porque tem uma assessoria de imprensa lutando por ela.

Confira aqui a íntegra da entrevista com Altair Albuquerque na coluna de Patrick Parmigiani, editor-geral da CarneTec Brasil, na mais recente edição da revista CarneTec.

Fonte: CarneTec

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