Semear ideias ecológicas e plantar sustentabilidade é
ter a garantia de colhermos um futuro  
fértil e consciente!

Maranhão - (98)3274-1145 / 3274-1237 / 98789-2135

Piauí - (86) 98184-7844 / 99477-2937 / 99803-3774

Rio Grande do Norte - (84) 3631-8059 / 3631-8145 / 99128-2077

Tocantins - (63) 99911-5204 / 99111-7350 / 99994-8783

Sergipe - (79) 99809-5151 / 98111-6269

Bahia - (81) 98137-5151 / 99184-4555

Alagoas - (82) 98204-0785 / 99101-7679

Paraíba - (83) 98184-5151 / 99104-6032

Ceará - (85) 99186-1022

Pará - (94) 99174-6498 / 99215-4747

Pernambuco - (81) 98137-5151 / 99184-4555

boi gordo

Uma conhecida máxima de administração de empresas chegou aos currais brasileiros: o que é medido, é gerenciado. E isso está ocorrendo graças à ajuda de “gadgets” com alta tecnologia embutida que passaram a ser colocados nos rebanhos em fazendas de gado do país. A coleira, por exemplo, passou a esconder chips e funções bem mais complexas como o monitoramento da ruminação, que pode indicar debilidades no animal e antecipar o tratamento de uma doença antes que ela se instale

Outra é a detecção de oscilações na temperatura corporal, que indicam o momento certo para a reprodução – com vacas, um cio perdido é sempre receita perdida. Há em execução atualmente no Brasil dezenas de aplicações diferentes de softwares e hardwares envelopados em coleiras, brincos e balanças inteligentes que geram informações capazes de elevar a produtividade e diminuir o custo de criação de bovinos. O “boitech” ainda pasta, rumina, se estressa e adoece. A diferença, agora, é que tudo isso já pode ser previsto com dias de antecedência e precisão nunca vista, diz Gustavo Junqueira, diretor da Inseed Investimentos. A gestora mineira já alocou R$ 7 milhões na Intergado, na Cowmed e na Imeve, três startups brasileiras de pecuária de precisão das 13 “agtechs” que receberam aportes.

Em fase final de elaboração, o 2º Censo de startups agropecuárias realizado pela Esalq/USP e pelo Agtech Garage, de Piracicaba, aponta uma expansão importante no ecossistema de inovação no campo. Entre 2016 e 2018, o Brasil ganhou 110 empresas voltadas ao setor. Eram 76, passaram a 186. Dessas, 30% trabalham com soluções para pecuária de corte e 20% para a leiteira (algumas atuam nas duas frentes). “Existe margem grande para implantar muitas melhorias no sistema produtivo bovino”, diz José Tomé, Sócio-Fundador do AgTechGarage, e isso tem atraído a atenção de fundos e da indústria.

Com nomes muitas vezes autoexplicativos – 4milk, Arrobatech, Inprenha, BovControl, Pastar -, essas startups têm como potencial de crescimento a demanda por proteína animal em mercados como a China e um rebanho de 180 milhões de cabeças com uma gestão, em geral, ainda deficiente. Isso é uma realidade particularmente nas bacias leiteiras do Sul e do Sudeste, onde a coleta de dados dos animais é frequentemente feita no papel, diz Ana Júlia Moreira, da 4milk.

https://www.valor.com.br/imprimir/noticia/5772633/agro/5772633/o-olho-do-dono-que-engorda-o-boi-agora-e-digital

Fonte: VALOR ECONÔMICO

© Copyright 2018 - Todos os direitos reservados para INDAMA