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Pernambuco - (81) 98137-5151 / 99184-4555

 

Data: 21/03/2017.

 

Diante das conclusões expostas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Carne Fraca, será inevitável que o fluxo dos embarques brasileiros de carnes sofra algum abalo, de acordo com fontes do governo e da iniciativa privada.

Ainda que nenhum país importador tenha anunciado embargos aos produtos brasileiros até o fechamento desta edição (22h30 de ontem), era grande o número de pedidos de esclarecimento apresentados por companhias importadoras aos governos dos países compradores, sobretudo China (em Pequim eram 09h30 desta segundafeira no fechamento desta edição) diversas nações que fazem parte da União Europeia. China e UE são dois dos principais destinos das exportações de carnes do Brasil que totalizaram quase US$ 15 bilhões no período de 12 meses encerrado em fevereiro passado.

Ainda assim, segundo apurou o Valor, interrupções do fluxo comercial são esperadas, e o risco de que cargas já a caminho desses destinos sejam barradas nos portos e devolvidas é grande. Também poderão ser adotados embargos específicos contra o Paraná, onde está concentrada boa parte dos problemas sanitários derivados do esquema de corrupção investigado pela PF. O Valor apurou que nos países do Oriente Médio, região também fundamental para o exportadores brasileiros, os esclarecimentos prestados até agora pelo governo e pela iniciativa privada foram bem
recebidos e a pressão dos importadores é bem menor.

Aparentemente, a maior pressão vem da UE, onde a CopaCogeca, poderosa central que representa produtores rurais europeus, demonstrou preocupação e reiterou a importância de as importações da UE respeitarem os padrões sanitários definidos pelo bloco. E isso às vésperas do início de mais uma rodada de negociações no âmbito do acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul, hoje em Buenos Aires.

No pronunciamento que fez a jornalistas ontem em Brasília, o presidente Michel Temer informou que, em 2016, foram expedidas, no total, 853 mil partidas de produtos de origem animal do país para o exterior, e que apenas 184 foram consideradas fora de conformidade por importadores. E não necessariamente por questões sanitárias, muitas vezes por problemas de rotulagem e preenchimento de certificados.

 

Fonte: ABRA

 

 

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